A contracepção de longa duração tem se destacado cada vez mais entre mulheres que buscam praticidade, segurança e alta eficácia na prevenção da gravidez.
Métodos como o DIU (dispositivo intrauterino) e o Implanon (implante contraceptivo subdérmico) são considerados hoje algumas das opções mais modernas e confiáveis disponíveis na ginecologia.

Sou a Dra. Cibele Borba, ginecologista em Goiânia, com experiência em inserção de DIU e Implanon e no acompanhamento de métodos contraceptivos de longa duração.
Ao longo da minha prática, acompanho mulheres em diferentes fases da vida, auxiliando na escolha de métodos contraceptivos de forma individualizada, segura e baseada em evidências.
A decisão sobre contracepção vai muito além da escolha de um dispositivo. Envolve escuta, entendimento do momento de vida e respeito às particularidades de cada mulher. Por isso, meu atendimento é pautado em uma abordagem acolhedora, clara e personalizada, priorizando segurança e autonomia na tomada de decisão.
O DIU e o Implanon são métodos altamente eficazes e cada vez mais procurados por mulheres que desejam praticidade e liberdade no dia a dia.
No entanto, a escolha do método ideal deve ser sempre feita após uma avaliação ginecológica cuidadosa, considerando histórico de saúde, preferências e objetivos reprodutivos.
Diferente de métodos que dependem do uso contínuo — como pílulas ou injeções frequentes —, o DIU e o Implanon oferecem proteção prolongada, com mínima necessidade de manutenção. Isso significa mais liberdade no dia a dia, menor risco de falhas e maior tranquilidade.
Além da eficácia superior, esses métodos também podem trazer benefícios adicionais, como melhora do fluxo menstrual, redução de cólicas e até auxílio em algumas condições ginecológicas, dependendo do tipo escolhido. Por isso, vêm sendo cada vez mais recomendados como primeira linha de contracepção por especialistas.




Contracepção de longa duração: como escolher o melhor método para você
A escolha do método contraceptivo ideal deve ser sempre individualizada. Não existe uma opção única que seja melhor para todas as mulheres — o mais importante é considerar seu estilo de vida, histórico de saúde, rotina, planos reprodutivos e como seu corpo responde aos hormônios.
A contracepção de longa duração, também conhecida como LARC (Long-Acting Reversible Contraception), inclui métodos como o DIU hormonal, o DIU de cobre e o Implanon.
Todos eles têm em comum a alta eficácia e a praticidade, mas apresentam diferenças importantes que precisam ser avaliadas com cuidado.
Por exemplo, algumas mulheres preferem métodos sem hormônio, como o DIU de cobre.
Outras se beneficiam das opções hormonais, que podem ajudar no controle do ciclo menstrual e na redução de sintomas como cólicas intensas ou sangramentos excessivos.
Além disso, fatores como sensibilidade a hormônios, presença de doenças ginecológicas, desejo de engravidar no futuro e até mesmo o conforto com o tipo de procedimento devem ser levados em consideração.
Por isso, a avaliação com um ginecologista é essencial.
É nesse momento que é possível alinhar expectativas, esclarecer dúvidas e escolher, de forma segura e consciente, o método mais adequado para cada fase da vida.
O que é contracepção de longa duração (LARC)?
A contracepção de longa duração, conhecida pela sigla LARC (do inglês Long-Acting Reversible Contraception), engloba métodos contraceptivos que oferecem proteção prolongada contra a gravidez, sem a necessidade de uso diário ou intervenções frequentes.
Entre os principais exemplos estão o DIU (dispositivo intrauterino), tanto hormonal quanto de cobre, e o Implanon, que é um implante hormonal colocado sob a pele.
Esses métodos são considerados reversíveis, ou seja, a fertilidade retorna após a sua retirada, permitindo que a mulher engravide quando desejar.
Além disso, têm duração que pode variar de 3 a 10 anos, dependendo do tipo escolhido, o que traz praticidade e segurança no planejamento reprodutivo.
Por sua alta eficácia e comodidade, os LARCs são atualmente recomendados por especialistas como uma das melhores opções de contracepção, especialmente para mulheres que buscam um método confiável e de baixa manutenção.
Por que métodos como DIU e Implanon são mais eficazes?
A principal razão para a alta eficácia do DIU e do Implanon está no fato de que eles não dependem da ação da usuária após a sua colocação.
Diferente da pílula anticoncepcional, por exemplo, que precisa ser tomada diariamente e no horário correto, os métodos de longa duração funcionam de forma contínua e automática.
Isso reduz significativamente as chamadas “falhas de uso”, que são comuns em métodos tradicionais — como esquecer comprimidos ou atrasar injeções.
Na prática, isso significa que o índice de eficácia do DIU e do Implanon é superior a 99%, estando entre os métodos mais seguros disponíveis.
Além disso, tanto o DIU hormonal quanto o Implanon atuam através da liberação controlada de hormônios, enquanto o DIU de cobre age criando um ambiente desfavorável à fecundação.
Esses mecanismos garantem uma proteção constante ao longo de todo o período de uso.

Vantagens da contracepção de longa duração em relação aos métodos tradicionais
Optar por métodos como DIU e Implanon traz benefícios importantes no dia a dia e na segurança contraceptiva. Entre as principais vantagens, destacam-se:
- Alta eficácia (acima de 99%)
Um dos métodos mais seguros disponíveis para prevenção da gravidez. - Independência do uso diário
Não é necessário lembrar de tomar comprimidos ou realizar aplicações frequentes. - Praticidade e comodidade
Após a inserção, o método atua continuamente por anos. - Menor risco de falha humana
Evita esquecimentos, atrasos ou uso incorreto, comuns em métodos tradicionais. - Longa duração
Proteção que pode variar de 3 a 10 anos, dependendo do método escolhido. - Métodos reversíveis
A fertilidade retorna após a retirada, permitindo planejamento reprodutivo. - Possíveis benefícios adicionais à saúde
- DIU hormonal: pode reduzir fluxo menstrual e cólicas
- Implanon: pode diminuir ou até suspender a menstruação em algumas mulheres
- Opções com e sem hormônio
Permite escolher entre DIU de cobre (não hormonal) ou métodos hormonais, conforme perfil e preferência. - Maior tranquilidade e autonomia
Mais liberdade para viver a rotina sem preocupação constante com contracepção.
DIU: como funciona, tipos e benefícios
O DIU (dispositivo intrauterino) é um método contraceptivo de longa duração inserido dentro do útero, com alta eficácia e segurança. Ele atua impedindo a fecundação por diferentes mecanismos, dependendo do tipo escolhido, e pode oferecer proteção por vários anos sem necessidade de manutenção frequente.
De forma geral, o DIU cria um ambiente intrauterino desfavorável à gravidez. No caso do DIU hormonal, há liberação contínua de pequenas doses de hormônio. Já o DIU de cobre não possui hormônios e atua por meio de uma reação local que dificulta a mobilidade dos espermatozoides.
Entre os principais benefícios do DIU, destacam-se:
- Alta eficácia contraceptiva (acima de 99%)
- Longa duração (de 5 a 10 anos, dependendo do tipo)
- Método reversível, com retorno da fertilidade após retirada
- Baixa manutenção no dia a dia
- Opção com ou sem hormônio
- Pode ser utilizado por diferentes perfis de mulheres, inclusive nulíparas (com avaliação individualizada)
Além disso, a escolha entre os tipos deve levar em consideração o perfil de cada mulher, seus objetivos e possíveis benefícios adicionais.

DIU hormonal: vantagens, duração e indicações
O DIU hormonal libera pequenas quantidades de levonorgestrel diretamente no útero, promovendo alterações no muco cervical, no endométrio e, em alguns casos, inibindo a ovulação. Isso dificulta a entrada dos espermatozoides e reduz as chances de fecundação.
Entre suas principais vantagens, estão:
- Redução significativa do fluxo menstrual
- Diminuição das cólicas menstruais
- Possibilidade de amenorreia (ausência de menstruação)
- Alta eficácia contraceptiva
- Ação local, com menor impacto sistêmico hormonal
A duração varia geralmente entre 5 a 8 anos, dependendo do modelo. Existem no mercado hoje diferentes tipos, a exemplo do Mirena e Kyleena.
É uma excelente opção para mulheres que apresentam sangramentos intensos, cólicas importantes ou condições como adenomiose e endometriose (com avaliação médica).
Também pode ser indicado para quem busca um método prático, com benefício adicional no controle do ciclo menstrual.
DIU de cobre: como age e para quem é indicado
O DIU de cobre é um método não hormonal, ideal para mulheres que preferem evitar o uso de hormônios. Ele atua liberando íons de cobre no útero, o que provoca uma reação inflamatória local que torna o ambiente hostil aos espermatozoides, impedindo a fecundação.
Suas principais características incluem:
- Ausência de hormônios
- Longa duração (até 10 anos)
- Alta eficácia contraceptiva
- Pode ser utilizado durante a amamentação
- Opção segura para quem tem contraindicação a hormônios
Por outro lado, é importante considerar que o DIU de cobre pode levar a aumento do fluxo menstrual e das cólicas, especialmente nos primeiros meses após a inserção.
Ele é indicado para mulheres que desejam um método natural, de longa duração e eficaz, sem interferência hormonal — sempre com avaliação individualizada para garantir a melhor escolha.
DIU de cobre com prata: qual a diferença?
O DIU de cobre com prata é uma variação do DIU não hormonal tradicional. Ele combina o cobre, responsável pelo efeito contraceptivo, com um núcleo de prata, que tem como principal função aumentar a estabilidade do dispositivo.
Na prática, a presença da prata ajuda a reduzir a fragmentação do fio de cobre ao longo do tempo, o que pode contribuir para maior durabilidade e manutenção da eficácia do método.
As principais diferenças e características incluem:
- Mesma eficácia contraceptiva do DIU de cobre tradicional
- Maior estabilidade estrutural do dispositivo
- Redução do processo de oxidação do cobre
- Longa duração (geralmente até 5 anos, dependendo do modelo)
- Método não hormonal
Em relação aos efeitos no corpo, ele se comporta de forma semelhante ao DIU de cobre comum, podendo causar aumento do fluxo menstrual e cólicas, especialmente nos primeiros meses.
DIU engorda ou altera o ciclo menstrual?
Essa é uma dúvida muito comum no consultório, e a resposta depende do tipo de DIU utilizado.
O DIU de cobre não possui hormônios e, portanto, não está associado ao ganho de peso. No entanto, pode causar alterações no ciclo menstrual, como aumento do fluxo e das cólicas, principalmente no início do uso.
Já o DIU hormonal também não costuma levar ao ganho de peso significativo. Como a liberação hormonal é predominantemente local, os efeitos sistêmicos são menores quando comparados a outros métodos hormonais.
Em relação ao ciclo menstrual, o DIU hormonal pode provocar:
- Redução do fluxo menstrual
- Diminuição das cólicas
- Irregularidade nos primeiros meses
- Possível ausência de menstruação ao longo do uso
Cada organismo responde de forma diferente, por isso é importante avaliar individualmente e alinhar expectativas antes da escolha do método.

Quem pode usar DIU? Existem contraindicações?
O DIU é um método seguro e pode ser utilizado pela maioria das mulheres, em diferentes fases da vida, inclusive por aquelas que nunca engravidaram (nulíparas), desde que haja avaliação médica adequada.
Entre as mulheres que podem se beneficiar do DIU, estão:
- Quem busca um método contraceptivo altamente eficaz
- Quem deseja praticidade e longa duração
- Mulheres que não podem ou não desejam usar hormônios (no caso do DIU de cobre)
- Mulheres com fluxo menstrual intenso (no caso do DIU hormonal)
Por outro lado, existem algumas contraindicações que precisam ser consideradas, como:
- Gravidez confirmada ou suspeita
- Infecção pélvica ativa
- Algumas alterações uterinas (como malformações ou miomas que distorcem a cavidade)
- Sangramento uterino sem diagnóstico esclarecido
- Câncer ginecológico em investigação ou tratamento
A avaliação com ginecologista é fundamental para garantir segurança na indicação, escolha do tipo de DIU e acompanhamento após a inserção.
Implanon: o implante contraceptivo subdérmico
O Implanon é um método contraceptivo de longa duração, altamente eficaz e prático, composto por um pequeno bastonete flexível inserido sob a pele do braço. Ele libera continuamente um hormônio (etonogestrel), proporcionando proteção contra a gravidez de forma segura e prolongada.
Por ser um método discreto e de baixa manutenção, o Implanon é uma excelente opção para mulheres que desejam evitar a rotina de lembrar medicamentos ou procedimentos frequentes. Após a inserção, ele atua de forma contínua, sem interferência da usuária, com eficácia superior a 99%.
Além da prevenção da gravidez, o implante também pode trazer benefícios relacionados ao ciclo menstrual, embora isso varie de acordo com cada organismo.

Como funciona o Implanon no organismo
O Implanon atua por meio da liberação contínua e controlada de etonogestrel, um hormônio semelhante à progesterona. Esse hormônio age de diferentes formas para impedir a gravidez:
- Inibe a ovulação (na maioria dos ciclos)
- Espessa o muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides
- Altera o endométrio, tornando-o menos receptivo à implantação
Essa combinação de mecanismos garante alta eficácia contraceptiva ao longo de todo o período de uso, sem necessidade de ação diária.
Quanto tempo dura o Implanon e quando trocar
O Implanon tem duração de até 3 anos, mantendo sua eficácia contraceptiva durante todo esse período.
Após esse tempo, é necessário realizar a troca para manter a proteção. A substituição pode ser feita no mesmo procedimento de retirada, de forma simples e rápida no consultório.
Caso a mulher deseje engravidar antes desse prazo, o implante pode ser removido a qualquer momento, com retorno relativamente rápido da fertilidade.
Implanon engorda? Efeitos colaterais mais comuns
Uma das principais dúvidas sobre o Implanon é em relação ao ganho de peso. De forma geral, não há evidência consistente de que o Implanon cause ganho de peso significativo.
No entanto, algumas mulheres podem apresentar retenção de líquido ou alterações no apetite, o que pode influenciar na percepção de peso.
Os efeitos colaterais mais comuns estão relacionados ao padrão menstrual, que pode variar bastante:
- Irregularidade menstrual
- Sangramentos imprevisíveis
- Diminuição do fluxo
- Ausência de menstruação (amenorreia)
Outros possíveis efeitos incluem:
- Acne
- Sensibilidade mamária
- Alterações de humor
- Cefaleia
Esses efeitos não ocorrem em todas as mulheres e tendem a variar conforme a resposta individual ao hormônio.
Quem pode usar o implante contraceptivo?
O Implanon é indicado para a maioria das mulheres que desejam um método contraceptivo de longa duração, seguro e de alta eficácia.
Ele pode ser uma ótima opção para:
- Mulheres que buscam praticidade e não querem depender de uso diário
- Quem deseja um método discreto e reversível
- Mulheres que não podem usar estrogênio
- Período de amamentação (com avaliação médica)
Por outro lado, algumas situações exigem cautela ou contraindicam o uso, como:
- Gravidez confirmada ou suspeita
- Histórico de câncer de mama
- Doenças hepáticas graves
- Sangramento uterino sem causa definida
A avaliação com ginecologista é essencial para garantir que o método seja adequado, além de orientar sobre expectativas, possíveis efeitos e acompanhamento após a inserção.
DIU ou Implanon: qual é melhor para você?
Essa é uma das dúvidas mais comuns no consultório — e a resposta é direta: não existe um método único que seja melhor para todas as mulheres. T
anto o DIU quanto o Implanon são altamente eficazes, seguros e fazem parte da contracepção de longa duração. A escolha ideal depende do seu perfil, das suas preferências e dos objetivos em relação ao seu corpo e ao seu ciclo menstrual.
Enquanto algumas mulheres priorizam métodos sem hormônio, outras buscam benefícios como redução do fluxo menstrual ou maior previsibilidade.
Além disso, fatores como tolerância a hormônios, rotina, histórico de saúde e planos reprodutivos influenciam diretamente na decisão.
Fatores como volume do fluxo menstrual e presença ou não de cólica são importantes também nessa decisão.
Por isso, mais importante do que escolher “o melhor método” é escolher o método mais adequado para você.

Diferenças entre DIU hormonal, DIU de cobre e Implanon
Apesar de todos serem métodos de longa duração, existem diferenças importantes entre eles:
DIU hormonal
- Libera levonorgestrel (hormônio) localmente no útero
- Pode reduzir ou até suspender a menstruação
- Ajuda no controle de cólicas e fluxo intenso
- Duração variável de 5 a 8 anos
- DIU de cobre
- Não possui hormônios
- Mantém o ciclo menstrual natural
- Pode aumentar fluxo e cólicas, principalmente no início
- Duração de até 10 anos
Implanon (implante subdérmico)
- Libera etonogestrel de forma sistêmica
- Pode causar irregularidade menstrual ou ausência de menstruação
- Não depende de ação diária
- Duração de até 3 anos
Cada um desses métodos tem indicações específicas, e a escolha deve considerar tanto os benefícios quanto a forma como cada organismo pode reagir.
Qual método tem menos efeitos colaterais?
Não existe uma resposta única para essa pergunta, pois os efeitos colaterais variam de acordo com cada organismo.
De forma geral:
- O DIU de cobre, por não ter hormônios, evita efeitos hormonais sistêmicos. Porém, pode causar aumento do fluxo menstrual e das cólicas.
- O DIU hormonal costuma ter boa tolerabilidade e, muitas vezes, melhora sintomas menstruais, mas pode causar irregularidade no início.
- O Implanon pode apresentar mais variações no padrão de sangramento, além de possíveis efeitos hormonais como acne, sensibilidade mamária ou alterações de humor — embora nem todas as mulheres apresentem esses sintomas.
Na prática, o melhor método em termos de efeitos colaterais é aquele que se adapta melhor ao seu corpo e à sua rotina.

Qual é mais eficaz na prevenção da gravidez?
Tanto o DIU (hormonal ou de cobre) quanto o Implanon estão entre os métodos mais eficazes disponíveis, com taxas de eficácia superiores a 99%. Na prática, a diferença de eficácia entre eles é mínima. Todos são considerados métodos de altíssima segurança contraceptiva.
Porém, o Implanon tem sido considerado atualmente o método mais eficaz.
Colocação do DIU e do Implanon: como é o procedimento
A colocação do DIU e do Implanon é um procedimento simples, rápido e realizado em consultório, com segurança e acompanhamento médico.
Apesar de serem métodos diferentes, ambos fazem parte da contracepção de longa duração e têm em comum a praticidade após a inserção.
Antes do procedimento, é fundamental realizar uma avaliação ginecológica individualizada, que pode incluir exame físico e, em alguns casos, exames complementares.
Esse cuidado garante que o método escolhido seja adequado e que a inserção seja feita com segurança.
Colocar DIU dói? Como é feito o procedimento
A inserção do DIU é um procedimento rápido, que geralmente dura poucos minutos.
Ele é realizado através do canal vaginal, sem necessidade de cortes, utilizando um aplicador específico que posiciona o dispositivo dentro do útero.
Em relação à dor, a experiência pode variar de mulher para mulher.
Algumas relatam apenas um desconforto leve, enquanto outras podem sentir cólica mais intensa no momento da inserção. Esse desconforto costuma ser passageiro e melhora logo após o procedimento.
Para tornar o processo mais confortável, podem ser utilizadas estratégias como:
- Orientação prévia sobre o procedimento
- Uso de medicação para dor, quando indicado
- Técnicas que tornam a inserção mais delicada e segura
Após a colocação, é comum ocorrer uma leve cólica nas primeiras horas ou dias, que tende a melhorar progressivamente.
Como é a inserção do Implanon no consultório
A inserção do Implanon é feita na região interna do braço, logo abaixo da pele, por meio de um procedimento simples e minimamente invasivo.
O passo a passo inclui:
- Aplicação de anestesia local
- Inserção do implante com um aplicador específico
- Curativo compressivo no local
Todo o processo é rápido, geralmente levando poucos minutos, e não causa dor durante a inserção devido ao uso da anestesia.
Após o procedimento, pode haver um pequeno hematoma ou sensibilidade local, que costuma desaparecer em poucos dias.
Cuidados após a colocação
Após a inserção do DIU ou do Implanon, alguns cuidados simples ajudam a garantir uma boa adaptação ao método:
- Evitar esforço físico intenso nas primeiras 24 horas
- Observar possíveis sintomas, como dor intensa, febre ou sangramento anormal
- Manter o acompanhamento médico, conforme orientação
- No caso do Implanon: manter o curativo por 24 a 48 horas
- No caso do DIU: pode ser orientado retorno para avaliação do posicionamento
É importante lembrar que cada organismo pode reagir de forma diferente nos primeiros dias ou semanas. Por isso, manter o acompanhamento com ginecologista e esclarecer qualquer dúvida faz toda a diferença para uma experiência segura e tranquila.

Mitos e verdades sobre DIU e Implanon
Apesar de serem métodos contraceptivos amplamente estudados e seguros, o DIU e o Implanon ainda são cercados por dúvidas e informações incorretas. Esclarecer esses pontos é essencial para uma escolha mais consciente e tranquila.
DIU pode causar infertilidade?
Mito.
O DIU não causa infertilidade. Tanto o DIU de cobre quanto o DIU hormonal são métodos reversíveis, ou seja, sua fertilidade retorna logo após a retirada.
O que pode acontecer em alguns casos é a identificação de infecções pré-existentes ou não tratadas no momento da inserção, como doença inflamatória pélvica, que sim podem afetar a fertilidade — mas isso não está relacionado ao DIU em si.
Após a retirada do dispositivo, a mulher pode engravidar normalmente, muitas vezes já no primeiro ciclo ovulatório.
Implanon interfere na libido?
Depende do organismo: isso não é regra!
O Implanon pode, em algumas mulheres, causar alterações hormonais que influenciam o humor, a disposição e, indiretamente, o desejo sexual. No entanto, muitas pacientes não percebem nenhuma mudança na libido.
É importante entender que a resposta é individual. Fatores emocionais, rotina, relacionamento e saúde geral também influenciam diretamente o desejo sexual.
Caso ocorram mudanças incômodas, é possível reavaliar o método com o ginecologista.
Posso engravidar usando esses métodos?
A chance é extremamente baixa, mas não é zero.
O DIU e o Implanon estão entre os métodos contraceptivos mais eficazes disponíveis, com taxa de falha inferior a 1% ao ano.
- DIU hormonal e de cobre: eficácia acima de 99%
- Implanon: Índice de Pearl em torno de 0,05
Ou seja, a gravidez durante o uso é muito rara, geralmente associada a situações como deslocamento do DIU, uso incorreto (em casos específicos de métodos associados) ou falhas extremamente incomuns.
Por isso, são considerados métodos de altíssima segurança e amplamente recomendados para contracepção de longa duração.

DIU e Implanon em Goiânia: atendimento especializado e acolhedor
A escolha de um método contraceptivo de longa duração, como o DIU ou o Implanon, vai muito além da técnica. Envolve escuta, individualidade e uma decisão construída com base na história de cada mulher.
Sou a Dra. Cibele Borba, ginecologista em Goiânia, acredito que a contracepção tenha que ser conduzida de forma personalizada. Cada consulta é pensada para que a paciente se sinta segura para falar sobre suas dúvidas, medos, experiências anteriores e expectativas em relação ao próprio corpo.
A minha proposta do atendimento é unir conhecimento técnico atualizado em ginecologia com uma abordagem acolhedora e humanizada, respeitando o tempo de decisão de cada mulher e evitando condutas padronizadas.
Colocação de DIU e Implanon com segurança e conforto
A colocação do DIU e do Implanon é realizada com técnica segura, atenção ao conforto e explicação detalhada de cada etapa do procedimento.
Na prática, o atendimento é conduzido de forma tranquila e orientada, para reduzir ansiedade e tornar o momento mais leve:
- No DIU, a inserção é feita em ambiente ambulatorial, com técnica cuidadosa e estratégias para minimizar desconforto.
- No Implanon, o procedimento é realizado no braço, com anestesia local, garantindo boa tolerabilidade e rápida realização.
Em ambos os casos, o diferencial está no acompanhamento próximo, com explicação clara antes, durante e após o procedimento, além de suporte para adaptação nos primeiros meses.
Agende sua consulta com ginecologista em Goiânia
A escolha entre DIU, Implanon ou qualquer outro método contraceptivo deve ser feita com orientação médica individualizada, respeitando o corpo, o estilo de vida e os objetivos de cada mulher.
O atendimento da Dra. Cibele Borba em Goiânia é voltado justamente para isso: oferecer um espaço de escuta, informação clara e tomada de decisão compartilhada, sem pressa e sem imposições.

Se você deseja avaliar qual método é mais adequado para o seu caso ou realizar a colocação com segurança e acompanhamento próximo, a consulta é o primeiro passo para um cuidado ginecológico personalizado.
Leia também