A candidíase vaginal é uma infecção comum que afeta milhões de mulheres e pode causar bastante desconforto no dia a dia.
Uma condição muito comum na rotina ginecológica e pode afetar pelo menos 75% das mulheres ao longo da vida.
Apesar de não ser considerada uma doença grave, os sintomas podem causar bastante desconforto e impactar a qualidade de vida.

Sou Cibele Borba, ginecologista, especialista em tratamento de candidíase vaginal de repetição, atuo em Goiânia, e acredito em um atendimento acolhedor, individualizado e baseado na escuta ativa.
Cada mulher tem sua própria história, seu momento e suas necessidades — e é a partir desse olhar que conduzo minhas consultas.
Meu objetivo é oferecer um espaço seguro, onde você se sinta à vontade para compartilhar suas queixas, entender seu corpo e participar ativamente das decisões sobre sua saúde.
Atuo com foco na saúde integral da mulher em todas as fases da vida, unindo conhecimento técnico, empatia e cuidado humanizado.
Se você está enfrentando sintomas de candidíase vaginal ou deseja cuidar melhor da sua saúde íntima, agende sua consulta e tenha um acompanhamento personalizado. Sua saúde merece atenção, respeito e cuidado.
Sou formada pela Universidade Federal do Tocantins, com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital Ipiranga em São Paulo, há 9 anos cuidando de mulheres em todas as fases da vida.




O que é candidíase vaginal?
A candidíase vaginal é uma infecção causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida, especialmente a espécie Candida albicans, que vive naturalmente na flora vaginal sem causar problemas na maioria das vezes, por fazer parte da microbiota da vagina.
Pode causar coceira intensa na vulva e vagina, além de outros sintomas como irritação e corrimento vaginal.
No entanto, quando ocorre um desequilíbrio no organismo — como alterações no pH vaginal ou na imunidade — esse fungo pode se multiplicar de forma exagerada, levando ao surgimento desses sintomas.
O corrimento vaginal pode ser branco ou ter outras colorações e adquirir um aspecto mais pastoso, grumoso, semelhante à nata de leite.
É importante destacar que a candidíase vaginal não é considerada uma infecção sexualmente transmissível (IST), embora possa surgir após relações sexuais em algumas situações, justamente por mudanças da flora vaginal.
Embora seja frequente, muitas mulheres ainda têm dúvidas sobre como identificar corretamente a candidíase vaginal, quais são suas causas e qual é o tratamento mais adequado.
Além disso, fatores como estresse, alterações hormonais e uso de antibióticos podem favorecer o surgimento da infecção.

Candidíase Vaginal: Quando suspeitar?
Embora seja frequente, muitas mulheres ainda têm dúvidas sobre como identificar corretamente a candidíase vaginal, quais são suas causas e qual é o tratamento mais adequado.
Além disso, fatores como estresse, alterações hormonais e uso de antibióticos podem favorecer o surgimento da infecção.
Neste artigo, você vai entender de forma clara e objetiva:
- Quais são os principais sintomas da candidíase vaginal
- O que causa essa infecção
- Como é feito o diagnóstico
- Quais são os tratamentos mais eficazes
- E como prevenir novos episódios
Se você está em Goiânia e apresenta sintomas de candidíase vaginal, é fundamental contar com a avaliação de um ginecologista para um diagnóstico correto e tratamento seguro.
Quais são os sintomas da candidíase vaginal?
Os sintomas da candidíase vaginal podem variar de intensidade, mas geralmente incluem sinais bastante característicos
Os sintomas mais comuns são:
- Coceira intensa na região íntima
- Corrimento branco, grumoso e semelhante a leite coalhado
- Ardência ao urinar
- Vermelhidão e inchaço na vulva
- Dor durante a relação sexual
Sinais de alerta
Em alguns casos, os sintomas podem ser mais intensos e indicar a necessidade de avaliação médica imediata, como:
- Sintomas persistentes mesmo após tratamento
- Episódios frequentes (candidíase recorrente)
- Dor intensa ou desconforto significativo
- Dúvida no diagnóstico (pode ser confundida com outras infecções)
O que causa a candidíase vaginal?
A candidíase vaginal é uma infecção comum que afeta muitas mulheres ao longo da vida, sendo causada principalmente pelo fungo Candida albicans.
Alguns casos podem ser causados por Candida não albicans também.
Apesar de não ser considerada uma doença sexualmente transmissível, pode causar desconforto significativo e impactar a qualidade de vida.
Entender suas causas e sintomas é fundamental para o diagnóstico precoce e tratamento adequado.
Alterações hormonais
Mudanças hormonais, como as que ocorrem durante a gravidez, uso de anticoncepcionais ou terapia hormonal, podem favorecer o crescimento do fungo.
Uso de antibióticos
Antibióticos podem reduzir a quantidade de bactérias protetoras da flora vaginal, criando um ambiente propício para a proliferação da Candida.
Sistema imunológico enfraquecido
Condições que afetam a imunidade, como diabetes descontrolado ou doenças crônicas, aumentam o risco de candidíase.
Hábitos e estilo de vida
O uso de roupas íntimas muito apertadas, tecidos sintéticos, má higiene ou até mesmo o excesso de higiene íntima podem contribuir para o desequilíbrio da flora vaginal.
Alimentação rica em açúcar
Dietas com alto consumo de açúcar podem favorecer o crescimento do fungo, especialmente em mulheres predispostas.

Candidíase Vaginal: Como Identificar, Tratar e Evitar Recorrências
A candidíase vaginal é uma das infecções ginecológicas mais comuns e pode afetar mulheres em diferentes fases da vida.
Até crianças podem ter candidíase vulvar, apenas de menos frequente do que mulheres em fase reprodutiva, alguns fatores como diabetes, baixa imunidade e higiene inadequada podem ser predisponentes.
Saber reconhecer os sinais da candidíase vaginal, iniciar o tratamento adequado e adotar medidas preventivas é essencial para evitar desconfortos recorrentes e melhorar a qualidade de vida.
Apesar de ser algo muito frequente, nem sempre é fácil identificar.
Existem outras doenças que podem simular os sintomas da candidíase.
Por isso, é muito importante evitar a automedicação e seguir recomendação médica adequada.
Neste conteúdo, você vai entender como identificar a candidíase vaginal, quais são as melhores formas de tratamento e o que fazer para prevenir novos episódios.

Como identificar a candidíase vaginal?
A candidíase vaginal apresenta sintomas característicos que ajudam no reconhecimento da infecção, embora o diagnóstico definitivo deva ser feito por um ginecologista.
Como mencionado anteriormente, os sintomas incluem corrimento esbranquiçado ou até esverdeado, com consistência pastosa, que pode estar associado a coceira ou não.
Além disso, pode haver ardência vaginal e desconforto durante a relação sexual, e também após urinar.
Esses sintomas podem surgir de forma isolada ou combinada, variando a intensidade.
Atenção ao autodiagnóstico!
Muitas mulheres confundem a candidíase vaginal com outras infecções, como vaginose bacteriana ou infecções sexualmente transmissíveis.
Por isso, evitar a automedicação é fundamental para não agravar o quadro e não mascarar outras doenças mais graves.
Como tratar a candidíase vaginal?
O tratamento da candidíase vaginal é geralmente simples e eficaz quando realizado corretamente.
Opcções de tratamento incluem
- Antifúngicos tópicos (cremes vaginais)
- Antifúngicos orais prescritos pelo médico
- Ajustes nos hábitos de higiene íntima
A escolha do tratamento depende da intensidade dos sintomas e da frequência dos episódios.
E quanto tempo dura o tratamento?
Na maioria dos casos, os sintomas melhoram em poucos dias após o início do tratamento, mas é essencial seguir corretamente as orientações médicas para evitar que os sintomas voltem.
Alguns casos devem ter um acompanhamento mais prolongado em caso de reincidência.
Candidíase vaginal recorrente: por que acontece?
Quando a candidíase vaginal ocorre várias vezes ao longo do ano, ela é considerada recorrente — e isso merece atenção especial.
Não é normal ter vários episódios de candidíase, e é muito importante identificar a causa. Vamos falar sobre isso mais à frente.

Como evitar a candidíase vaginal?
A prevenção é uma das melhores formas de evitar episódios repetidos de candidíase vaginal.
Hábitos que contribuem para a prevenção
- Preferir roupas íntimas de algodão
- Evitar roupas muito justas por longos períodos
- Manter a região íntima seca
- Evitar duchas vaginais
- Ter uma alimentação equilibrada
Cuidados importantes no dia a dia
Pequenas mudanças na rotina podem fazer grande diferença, principalmente em mulheres que já tiveram episódios anteriores de candidíase vaginal.
Quando procurar um ginecologista?
Se os sintomas forem frequentes, intensos ou não melhorarem com tratamentos anteriores, é fundamental procurar avaliação médica.
O acompanhamento com um ginecologista permite identificar a causa da candidíase vaginal recorrente e indicar o tratamento mais adequado para cada caso, garantindo mais segurança e eficácia.
Candidíase Vaginal Recorrente: Por Que Acontece e Como Evitar
A candidíase vaginal recorrente ou candidíase de repetição é caracterizada pela ocorrência de três ou mais episódios ao longo de um ano, impactando significativamente a qualidade de vida da mulher.
Essa condição vai além de um episódio isolado e geralmente está associada a fatores predisponentes que favorecem o crescimento excessivo do fungo Candida, naturalmente presente na flora vaginal.
Entre as principais causas da recorrência estão:
- alterações na microbiota vaginal
- uso frequente de antibióticos
- diabetes mal controlado
- oscilações hormonais diversas
- imunidade baixa
- estresse crônico e hábitos que aumentam a umidade local — como uso prolongado de roupas apertadas ou tecidos sintéticos.
Além disso, algumas mulheres apresentam maior suscetibilidade individual, com resposta imunológica menos eficiente contra o fungo.
Até como é o funcionamento do intestino pode impactar diretamente nesse aspecto.
Para evitar novos episódios, é fundamental adotar uma abordagem multifatorial.

O controle de doenças de base, como diabetes, a escolha adequada de métodos contraceptivos e a redução de fatores irritativos locais são passos essenciais.
Jamais devemos usar duchas vaginais e produtos íntimos agressivos ou irritativos, além de manter a região genital sempre seca.
Precisamos deixar a vulva livre, evitar roupas íntimas apertadas, principalmente no verão.
Em casos recorrentes, pode ser necessário um tratamento de manutenção com antifúngicos por período prolongado, sempre individualizado.
A avaliação ginecológica é indispensável para confirmar o diagnóstico, identificar possíveis fatores desencadeantes e definir a melhor estratégia terapêutica.
Cuidar da candidíase vaginal recorrente não é apenas tratar sintomas, mas entender o contexto do organismo como um todo — promovendo equilíbrio, prevenção e bem-estar duradouro.

A Candidíase é doença sexualmente transmissível?
Candidíase Vaginal Pode Ser Transmitida?
A candidíase vaginal é uma infecção causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida, que já faz parte da microbiota natural da região íntima.
Por isso, ela não é considerada uma infecção sexualmente transmissível (IST). No entanto, existe uma relação importante com a atividade sexual que merece atenção, especialmente em casos recorrentes.
Qual a relação com atividade sexual?
“Dra, sempre que tenho relação sexual, minha candidíase volta”. Essa é uma das queixas mais frequentes no meu consultório!
Embora não seja classificada como IST, a candidíase vaginal pode estar associada à relação sexual por alguns fatores. O atrito durante o ato pode causar microlesões na mucosa vaginal, facilitando o desequilíbrio local e o crescimento do fungo.
Além disso, alterações no pH vaginal, contato com secreções e até o uso de lubrificantes inadequados podem contribuir para o surgimento dos sintomas.
O próprio esperma altera o ph vaginal, pois tem diferentes graus de acidez e pode ser um fator para desequilibrar a flora também.
Em alguns casos, pode ocorrer a transmissão do fungo entre parceiros, especialmente se um deles estiver com sintomas ativos.
Homens podem apresentar irritação, vermelhidão ou coceira na glande (balanite por Candida), embora muitos sejam assintomáticos.
Durante a fase sintomática, o ideal é evitar relações sexuais ou utilizar preservativo, tanto para reduzir o desconforto quanto para evitar a perpetuação do quadro.

Cuidados com o parceiro
Na maioria dos casos, não é necessário tratar o parceiro sexual de forma rotineira, principalmente se ele não apresentar sintomas.
No entanto, em situações de candidíase vaginal recorrente ou quando o parceiro apresenta sinais de infecção, a avaliação e o tratamento concomitante podem ser indicados.
Orientar o parceiro sobre higiene adequada da região íntima também é importante, especialmente em homens não circuncidados, onde a umidade pode favorecer a proliferação do fungo.
Outro ponto relevante é o uso de preservativos, que além de evitar doenças sexualmente transmissíveis, também pode ajudar a não desequilibrar o ph vaginal em pacientes mais sensíveis.
Embora a candidíase vaginal não seja uma infecção sexualmente transmissível, compreender sua relação com a atividade sexual é fundamental para um manejo adequado.
O cuidado deve ser individualizado, considerando sintomas, frequência dos episódios e contexto de cada mulher, sempre com orientação ginecológica.
Candidíase Vaginal: Dicas Práticas para Prevenção e Tratamento
Como falamos anteriormente, a candidíase vaginal é uma condição muito comum na saúde da mulher e pode causar sintomas bastante incômodos, como coceira intensa, ardor, corrimento esbranquiçado e irritação na região íntima.
Embora seja frequente, ela pode ser controlada com medidas simples no dia a dia e tratamento adequado, reduzindo significativamente o risco de recorrências.
Cuidados especiais com a higiene íntima
Manter uma higiene íntima adequada é essencial para preservar o equilíbrio da microbiota vaginal e prevenir a proliferação excessiva do fungo Candida.
O ideal é optar por sabonetes suaves, preferencialmente com pH adequado para a região genital (mais ácido) evitando produtos perfumados ou agressivos que possam causar irritação.
As duchas vaginais não são recomendadas, pois alteram o ambiente natural da vagina e podem facilitar o surgimento de infecções.
Além disso, é importante evitar o uso diário de protetores íntimos, já que eles aumentam a umidade local.
Outro ponto importante é a forma de higiene após evacuar: o correto é sempre da frente para trás, evitando a contaminação por micro-organismos da região anal.
Dormir sem calcinha também é uma boa escolha! Deixar a vulva mais livre evita que a região fique abafada durante a noite.
Hábitos saudáveis para a sua saúde íntima
Alguns hábitos simples têm grande impacto na prevenção da candidíase vaginal.
Prefira roupas íntimas de algodão, que permitem melhor ventilação, e evite o uso prolongado de peças apertadas ou tecidos sintéticos, especialmente em dias quentes. Roupas leves são sempre escolhas melhores.
Após atividades físicas, praia ou piscina, troque roupas molhadas o quanto antes, pois a umidade favorece o crescimento do Candida.
A alimentação equilibrada é outro fator relevante. Reduzir o consumo excessivo de açúcares e alimentos ultraprocessados pode contribuir para o controle da candidíase, especialmente em mulheres com episódios recorrentes.
Além disso, cuidar do estresse e manter uma boa qualidade de sono são medidas que fortalecem o sistema imunológico.
Lembre-se: O melhor remédio para a imunidade é a combinação de atividade física regular, sono reparador e uma alimentação equilibrada.
Adotar medidas preventivas e buscar orientação adequada são os pilares para manter o equilíbrio da saúde íntima.
A candidíase vaginal, quando bem conduzida, pode ser controlada com segurança, conforto e qualidade de vida.

Quando devo procurar o especialista?
Quando procurar um ginecologista?
Buscar avaliação com uma ginecologista é fundamental sempre que houver sinais de alteração na saúde íntima ou dúvidas em relação ao próprio corpo.
No caso da candidíase vaginal, é importante procurar atendimento quando os sintomas são intensos, persistentes ou recorrentes — como coceira frequente, corrimento, ardor ou desconforto durante a relação sexual.
Também é essencial uma avaliação especializada quando há repetição dos episódios ao longo do ano, ausência de melhora com tratamentos anteriores ou incerteza sobre o diagnóstico, já que outras condições podem apresentar sintomas semelhantes.
Além disso, cada mulher possui um contexto único, e entender os fatores individuais é o que permite um tratamento realmente eficaz e duradouro.
Precisa de ajuda?
Olá! Sou a Dra. Cibele Borba, médica ginecologista, e realizo atendimentos voltados à saúde da mulher em todas as fases da vida.
Atuo na prevenção, no diagnóstico e no tratamento das mais diversas condições ginecológicas, sempre com um olhar atento e individualizado para cada paciente.

Tenho experiência no manejo da candidíase vaginal, incluindo os casos recorrentes, e valorizo uma avaliação cuidadosa para garantir um diagnóstico preciso e um tratamento realmente eficaz, respeitando as particularidades de cada mulher.
Meu compromisso é oferecer um atendimento acolhedor, com escuta ativa e abordagem integral, para que você se sinta segura, compreendida e participe das decisões sobre o seu cuidado.
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