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Dra. Cibele Borba- Ginecologista em Goiânia – GO

O que é a menopausa? 

A menopausa é definida como a ausência de menstruação por 12 meses consecutivos, geralmente ocorrendo entre os 45 e 55 anos. Ela faz parte do climatério, que é o período de transição hormonal. 

Durante essa fase, o organismo passa por adaptações que podem gerar sintomas físicos e emocionais. 

Sou Cibele Borba, ginecologista, e atuo com foco em um atendimento acolhedor, individualizado e baseado na escuta ativa. 

Cada mulher vivencia a menopausa de uma forma única, e meu objetivo é compreender seu momento, seus sintomas e suas necessidades para construir, junto com você, um plano de cuidado seguro e eficaz. 

Se você está passando pela menopausa ou deseja entender melhor sobre reposição hormonal, agende sua consulta e tenha um acompanhamento próximo, humano e especializado. 

Diferença entre climatério e menopausa  

Embora muitas vezes usados como sinônimos, climatério e menopausa não significam a mesma coisa. 

  • Climatério: é o período de transição entre a fase reprodutiva e a não reprodutiva da mulher. Pode durar vários anos e inclui mudanças hormonais progressivas.  
  • Menopausa: é um marco dentro desse período, definido pela última menstruação, confirmada após 12 meses de amenorreia (ausência de menstruação)

Ou seja, a menopausa acontece dentro do climatério, que é uma fase mais ampla. 

Idade média e fases da transição 

A menopausa costuma ocorrer por volta dos 50 anos, podendo acontecer antes ou depois disso. Isso pode variar conforme fatores genéticos, hábitos de vida e condições de saúde. 

Essa transição é dividida em fases: 

  • Perimenopausa: período que antecede a menopausa, com ciclos irregulares e início dos sintomas hormonais  
  • Menopausa: momento da última menstruação  
  • Pós-menopausa: fase após a menopausa, onde os sintomas podem persistir ou se estabilizar  

Cada fase exige um olhar individualizado e acompanhamento adequado. 

Principais sintomas da menopausa 

Os sintomas da menopausa são resultado das alterações hormonais e podem impactar diretamente a qualidade de vida. Nem todas as mulheres apresentam os mesmos sintomas, mas alguns são bastante frequentes: 

  • Ondas de calor (fogachos): sensação súbita de calor, principalmente no rosto e no tronco, podendo vir acompanhada de suor e desconforto  
  • Insônia e alterações do sono: dificuldade para dormir ou manter um sono de qualidade, muitas vezes associada aos fogachos noturnos  
  • Alterações de humor e ansiedade: irritabilidade, ansiedade, oscilações emocionais e, em alguns casos, sintomas depressivos  
  • Ressecamento vaginal e queda da libido: redução da lubrificação vaginal, desconforto nas relações e diminuição do desejo sexual  

Reconhecer esses sintomas é o primeiro passo para buscar orientação e avaliar as melhores opções de tratamento, sempre de forma individualizada. 

Reposição hormonal na Menopausa   

O que é reposição hormonal?  

A reposição hormonal é um tratamento que tem como objetivo repor os hormônios que deixam de ser produzidos de forma adequada durante a menopausa, principalmente o estrogênio e, em alguns casos, a progesterona. Essa reposição ajuda a restaurar o equilíbrio hormonal, reduzindo sintomas e prevenindo complicações relacionadas à deficiência estrogênica. 

Os principais objetivos do tratamento são: 

  • Aliviar os sintomas da menopausa  
  • Melhorar a qualidade de vida  
  • Prevenir consequências a longo prazo, como a perda óssea  

Os hormônios mais utilizados são: 

  • Estrogênio: principal responsável pelo controle dos sintomas  
  • Progesterona: indicada para mulheres que ainda possuem útero, com o objetivo de proteger o endométrio  

A escolha do tipo de hormônio, dose e via de administração deve sempre ser individualizada, considerando o perfil de cada mulher. 

Quais são os benefícios da reposição hormonal na menopausa? 

Quando bem indicada e acompanhada, a reposição hormonal pode trazer benefícios significativos para a saúde e bem-estar da mulher. 

Entre os principais benefícios, destacam-se: 

  • Alívio dos sintomas vasomotores: redução dos fogachos e suores noturnos  
  • Melhora da qualidade de vida: mais disposição, melhor sono e equilíbrio emocional  
  • Prevenção da perda óssea: redução do risco de osteopenia e osteoporose  

Além disso, muitas mulheres relatam melhora na saúde íntima, na libido e no conforto durante as relações, o que contribui diretamente para autoestima e qualidade de vida. 

A reposição hormonal, quando indicada corretamente, é uma ferramenta segura e eficaz para atravessar a menopausa com mais equilíbrio e bem-estar. 

Reposição hormonal: riscos e contraindicações 

A reposição hormonal é considerada segura para a maioria das mulheres quando bem indicada e acompanhada. No entanto, como qualquer tratamento, faz-se necessário uma avaliação criteriosa dos riscos e benefícios, sempre de forma individualizada. 

Existem situações em que a reposição hormonal pode ser contraindicada ou exigir maior cautela, como: 

  • Histórico de câncer de mama ou endométrio  
  • Doenças tromboembólicas (trombose venosa, embolia pulmonar)  
  • Doença cardiovascular estabelecida  
  • Doenças hepáticas ativas  
  • Sangramento uterino sem causa definida  

Além disso, fatores como idade, tempo de menopausa, histórico familiar e estilo de vida devem ser considerados na decisão. Por isso, não existe uma abordagem única: cada mulher deve ser avaliada de forma personalizada, garantindo segurança e eficácia no tratamento. 

Quando iniciar a reposição hormonal? 

O momento de iniciar a reposição hormonal é um ponto fundamental para obter os melhores resultados. Existe o conceito de janela de oportunidade, que indica maior benefício quando o tratamento é iniciado nos primeiros anos após o início da menopausa, geralmente antes dos 60 anos ou até 10 anos após a última menstruação. 

Nessa fase, os benefícios tendem a superar os riscos, especialmente no controle dos sintomas e na proteção óssea. 

No entanto, a decisão de iniciar a reposição hormonal deve sempre considerar: 

  • Intensidade dos sintomas  
  • Impacto na qualidade de vida  
  • Histórico de saúde da paciente  
  • Preferências individuais  

O acompanhamento médico é essencial para definir o melhor momento, ajustar doses e monitorar a evolução, garantindo um tratamento seguro, eficaz e alinhado às necessidades de cada mulher. 

mulher na menopausa

Tipos de reposição hormonal disponíveis 

A reposição hormonal pode ser realizada por diferentes vias, permitindo uma escolha mais adequada para cada perfil de paciente. A definição da melhor opção depende de fatores como sintomas predominantes, histórico clínico e preferência individual. 

As principais formas de administração incluem: 

  • Via oral: prática e amplamente utilizada  
  • Via transdérmica (adesivos ou géis): opção com menor impacto hepático, interessante em alguns perfis de risco  
  • Via vaginal: indicada especialmente para sintomas locais, como ressecamento e desconforto íntimo  

Além disso, a terapia pode ser: 

  • Combinada (estrogênio + progesterona): indicada para mulheres com útero, protegendo o endométrio  
  • Isolada (apenas estrogênio): utilizada em mulheres que já retiraram o útero  

A escolha deve ser sempre individualizada, buscando equilíbrio entre eficácia, segurança e adaptação ao estilo de vida da paciente. 

Alternativas à reposição hormonal 

Nem todas as mulheres podem ou desejam utilizar reposição hormonal, e, nesses casos, existem alternativas que podem ajudar no controle dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. 

Entre as principais opções não hormonais, destacam-se: 

  • Medicações específicas para controle de fogachos  
  • Lubrificantes e hidratantes vaginais  
  • Fitoterápicos (com orientação médica)  

Além disso, mudanças no estilo de vida têm um papel fundamental: 

  • Alimentação equilibrada: redução de ultraprocessados e açúcares  
  • Atividade física regular: melhora do humor, sono e saúde óssea  
  • Controle do estresse: impacto direto nos sintomas  
  • Qualidade do sono: essencial para equilíbrio hormonal  

Uma abordagem integrada, que considera o corpo como um todo, é essencial para atravessar a menopausa com mais conforto, saúde e bem-estar. 

Menopausa e saúde íntima 

A menopausa também impacta diretamente a saúde íntima da mulher, principalmente devido à queda dos níveis de estrogênio. Essas mudanças podem afetar o conforto, a sexualidade e até a saúde urinária, muitas vezes de forma progressiva e silenciosa. 

Síndrome Geniturinária 

A Síndrome Geniturinária da Menopausa (SGM) é um conjunto de sintomas causados pela redução hormonal, afetando a vagina, vulva e trato urinário inferior. Entre os sintomas mais comuns, estão: 

  • Ressecamento vaginal  
  • Ardor e irritação  
  • Dor durante a relação sexual (dispareunia)  
  • Diminuição da lubrificação  
  • Infecções urinárias recorrentes  
  • Sensação de urgência urinária  

Esses sintomas tendem a persistir ou até piorar com o tempo se não forem tratados, impactando diretamente a qualidade de vida e a vida sexual da mulher. 

Tratamentos locais 

O tratamento dessa síndrome é eficaz e pode ser feito com abordagens locais, que atuam diretamente na região afetada: 

  • Estrogênio vaginal (cremes ou óvulos ): melhora a lubrificação e a saúde da mucosa  
  • Hidratantes vaginais: uso regular para manutenção da hidratação  
  • Lubrificantes íntimos: indicados durante a relação sexual  
  • Tecnologias como laser vaginal (em casos selecionados)  

A escolha do tratamento deve ser individualizada, com orientação médica, garantindo segurança e melhores resultados. 

Menopausa precoce: o que muda? 

A menopausa precoce ocorre quando a interrupção da função ovariana acontece antes dos 40 anos. Essa condição exige atenção especial, pois a exposição reduzida aos hormônios femininos pode trazer impactos importantes para a saúde a curto e longo prazo. 

Impactos na saúde 

A deficiência hormonal precoce pode estar associada a: 

  • Maior risco de osteoporose  
  • Aumento do risco cardiovascular  
  • Alterações de humor e maior vulnerabilidade emocional  
  • Redução da libido e alterações na saúde íntima  
  • Possíveis dificuldades relacionadas à fertilidade  

Além dos aspectos físicos, o impacto emocional também é significativo, exigindo um cuidado acolhedor e individualizado. 

Condutas recomendadas 

O manejo da menopausa precoce deve ser cuidadosamente conduzido, com foco na proteção da saúde global da mulher: 

  • Avaliação ginecológica completa  
  • Consideração de reposição hormonal (quando não houver contraindicação)  
  • Acompanhamento da saúde óssea e cardiovascular  
  • Orientações sobre estilo de vida saudável  
  • Apoio emocional, quando necessário  

O diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado fazem toda a diferença para reduzir riscos e promover qualidade de vida a longo prazo. 

Quando procurar uma ginecologista para menopausa? 

A menopausa é uma fase natural, mas isso não significa que a mulher precise lidar com os sintomas sozinha ou considerá-los “normais” a ponto de impactar sua qualidade de vida. O acompanhamento com uma ginecologista é essencial para avaliar sintomas, orientar condutas e, quando necessário, indicar tratamentos seguros e eficazes. 

Sinais de alerta 

É importante buscar avaliação ginecológica quando houver: 

  • Ondas de calor intensas ou frequentes  
  • Insônia persistente ou sono não reparador  
  • Alterações de humor, ansiedade ou irritabilidade  
  • Ressecamento vaginal ou dor na relação sexual  
  • Queda da libido  
  • Irregularidade menstrual na fase de transição  
  • Sintomas que impactam a rotina e o bem-estar  

Além disso, qualquer sangramento após a menopausa deve ser sempre investigado. 

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Alterações emocionais no climatério 

O climatério é uma fase de intensas mudanças hormonais, físicas e também emocionais. A queda dos níveis de estrogênio pode influenciar diretamente o funcionamento do sistema nervoso central, afetando neurotransmissores relacionados ao humor, como serotonina e dopamina. 

Além das alterações biológicas, fatores como rotina, relações pessoais, autoestima e qualidade do sono também contribuem para oscilações emocionais. Por isso, é comum que muitas mulheres relatem maior sensibilidade, irritabilidade ou dificuldade em lidar com o estresse nesse período. 

alteraçoes emocionais na menopausa

Depressão e ansiedade 

Durante o climatério, há um aumento da vulnerabilidade para quadros de ansiedade e depressão, especialmente em mulheres que já tiveram histórico prévio ou estão passando por situações de sobrecarga emocional. 

Os sinais de alerta incluem: 

  • Tristeza persistente 
  • Perda de interesse em atividades antes prazerosas 
  • Irritabilidade frequente 
  • Ansiedade excessiva 
  • Alterações importantes no sono 
  • Cansaço constante e falta de energia 

É importante destacar que esses sintomas não devem ser considerados “normais” ou ignorados. Eles podem e devem ser avaliados, pois existem formas eficazes de tratamento. 

Procure um especialista 

Buscar ajuda especializada é um passo fundamental para cuidar da saúde emocional durante o climatério. O acompanhamento com ginecologista permite uma visão integral da paciente, avaliando tanto os aspectos hormonais quanto o impacto emocional dessa fase. 

Quando necessário, o cuidado pode ser complementado com apoio psicológico ou psiquiátrico, promovendo uma abordagem completa e mais eficaz.  

Lembre-se: Você está passando por uma nova fase, seja gentil com você. 

acolhimento no climaterio

Se você tem percebido mudanças no seu humor, ansiedade ou dificuldade para lidar com essa fase, buscar orientação é essencial. Um acompanhamento adequado pode fazer toda a diferença na sua qualidade de vida. 

Importância do acompanhamento especializado 

O acompanhamento ginecológico na menopausa permite uma abordagem completa e individualizada, considerando não apenas os sintomas, mas também a saúde global da mulher. 

Em Goiânia, contar com uma ginecologista que ofereça um olhar atento e acolhedor faz toda a diferença nesse momento. 

Sou Cibele Borba, ginecologista, e atuo com foco em um atendimento individualizado, baseado na escuta ativa e no cuidado integral da mulher. Cada paciente é única, e o plano de tratamento deve respeitar sua história, seus sintomas e seus objetivos. 

Se você está passando pela menopausa ou deseja orientação sobre reposição hormonal, agende sua consulta e tenha um acompanhamento próximo, seguro e humanizado. 

Reposição hormonal com acompanhamento individualizado em Goiânia 

A reposição hormonal na menopausa deve ser sempre conduzida de forma individualizada, respeitando as características, necessidades e objetivos de cada mulher. Mais do que tratar sintomas, o acompanhamento adequado permite promover saúde, bem-estar e qualidade de vida com segurança. 

Avaliação personalizada 

Antes de iniciar a reposição hormonal, é fundamental uma avaliação completa, que inclui: 

  • Histórico clínico detalhado  
  • Avaliação dos sintomas e impacto na qualidade de vida  
  • Análise de fatores de risco (cardiovascular, trombótico, oncológico)  
  • Exames complementares, quando necessários  

Essa abordagem permite definir o melhor tipo de hormônio, dose, via de administração e estratégia terapêutica, sempre de forma personalizada. 

Segurança no tratamento 

A segurança da reposição hormonal está diretamente relacionada a uma boa indicação e ao acompanhamento contínuo. Quando bem conduzido, o tratamento é seguro e eficaz para a maioria das mulheres. 

Durante o acompanhamento, são realizados: 

  • Ajustes de dose conforme resposta clínica  
  • Monitoramento de possíveis efeitos colaterais  
  • Reavaliações periódicas da necessidade de manutenção do tratamento  

Sou Cibele Borba, ginecologista, e atuo com foco em um cuidado acolhedor, individualizado e baseado na escuta ativa. Meu objetivo é oferecer um acompanhamento próximo e seguro, para que você atravesse a menopausa com mais conforto, equilíbrio e qualidade de vida. 

Dra Cibele Borba, ginecologista

Perguntas frequentes de consultório  

  1. Reposição hormonal engorda? 

Essa é uma dúvida muito comum, mas a reposição hormonal, por si só, não é responsável por ganho de peso significativo. O que acontece nessa fase é uma tendência natural do organismo a mudanças no metabolismo, com maior acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal. 

A reposição hormonal pode, inclusive, ajudar a melhorar a composição corporal em algumas mulheres, ao reduzir sintomas como insônia, fadiga e desânimo, facilitando a prática de atividade física e a manutenção de hábitos saudáveis. 

Fatores que realmente influenciam o peso nessa fase incluem: 

  • Alimentação 
  • Nível de atividade física 
  • Qualidade do sono 
  • Alterações metabólicas próprias da menopausa 
  1. Reposição hormonal aumenta risco de câncer? 

Essa é uma preocupação importante e deve ser abordada com clareza. A reposição hormonal pode estar associada a alguns riscos, especialmente quando utilizada de forma inadequada ou sem acompanhamento médico. 

No entanto, quando bem indicada e iniciada no momento adequado, os benefícios tendem a superar os riscos para muitas mulheres. 

Alguns pontos importantes: 

  • O risco varia conforme o tipo de hormônio, dose e tempo de uso 
  • Mulheres com histórico de câncer de mama ou endométrio devem ser avaliadas com cautela 
  • O acompanhamento médico regular é essencial para segurança 

A decisão de iniciar ou não a reposição hormonal deve sempre ser individualizada, baseada em uma análise cuidadosa de riscos e benefícios. 

  1. Quanto tempo dura a reposição hormonal? 

Não existe um tempo único ou padrão para todas as mulheres. A duração da reposição hormonal deve ser definida de forma individual, levando em consideração: 

  • Intensidade dos sintomas 
  • Resposta ao tratamento 
  • Idade da paciente 
  • Presença de fatores de risco 

De forma geral, recomenda-se utilizar a menor dose eficaz pelo menor tempo necessário, com reavaliações periódicas. 

Algumas mulheres utilizam por poucos anos, enquanto outras podem se beneficiar por períodos mais prolongados, sempre com acompanhamento médico. 

O mais importante é manter um seguimento regular, garantindo que o tratamento continue sendo seguro e adequado ao longo do tempo. 

  1. Reposição hormonal bioidêntica é melhor? 

O termo “bioidêntica” refere-se a hormônios com estrutura molecular semelhante à produzida naturalmente pelo organismo. Eles podem ser utilizados tanto em formulações industrializadas quanto manipuladas. 

Na prática, o que realmente importa não é apenas o rótulo “bioidêntico”, mas sim a qualidade, padronização, segurança e indicação correta do tratamento. As formulações aprovadas e bem estudadas costumam oferecer maior previsibilidade de dose e eficácia. 

Alguns pontos importantes: 

  • Nem toda reposição “bioidêntica” é superior às opções tradicionais 
  • Formulações manipuladas podem ter variação de dose 
  • A escolha deve ser baseada em evidência científica e perfil da paciente 

O mais importante é que a reposição hormonal seja individualizada e acompanhada por ginecologista, garantindo segurança e bons resultados. 

  1. Exercícios físicos ajudam na menopausa? 

Sim — a prática regular de atividade física é uma das principais aliadas durante a menopausa, com impacto direto na saúde física e emocional. 

Entre os benefícios, destacam-se: 

  • Redução dos fogachos e melhora da disposição 
  • Melhora da qualidade do sono 
  • Controle do peso e da composição corporal 
  • Fortalecimento ósseo, ajudando na prevenção da osteoporose 
  • Redução da ansiedade e melhora do humor 

O ideal é combinar diferentes tipos de exercício: 

  • Atividades aeróbicas (caminhada, corrida, bicicleta) 
  • Treino de força (musculação) 
  • Exercícios de alongamento e mobilidade 

A regularidade é mais importante do que a intensidade inicial — o plano deve ser adaptado à realidade de cada mulher. 

exercicio fisico na menopausa
  1. Preciso evitar alimentos específicos na Menopausa? 

A alimentação tem um papel fundamental no controle dos sintomas e na prevenção de doenças associadas à menopausa. Alguns alimentos podem intensificar sintomas como fogachos, ganho de peso e inflamação. 

Recomenda-se evitar ou reduzir: 

  • Açúcares e alimentos ultraprocessados 
  • Gorduras saturadas e frituras 
  • Excesso de cafeína 
  • Bebidas alcoólicas 
  • Alimentos muito condimentados (podem piorar fogachos) 

Por outro lado, priorizar uma alimentação equilibrada, rica em fibras, proteínas e nutrientes, contribui para o equilíbrio hormonal e melhora da qualidade de vida. 

Pequenas mudanças no dia a dia já fazem diferença significativa ao longo do tempo, especialmente quando associadas a outros hábitos saudáveis. 

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